

O lixo também tem direitos… e nós estamos aqui para o separar do que é reciclável. No segundo episódio do Riffugo, abrimos o caixote do lixo da Florida para analisar um dos maiores desastres da história do metal extremo: o Illud Divinum Insanus (2011) dos Morbid Angel.
Dezasseis anos à espera de um regresso que se transformou num pesadelo de sintetizadores de segunda categoria, multidões falsas e uma confusão sónica que nem a própria banda soube explicar. Entre a tentativa falhada de soar a hino de estádio e um álbum de remixes que se arrasta por três horas intermináveis, tentamos salvar o pouco metal que ainda respira no meio do entulho.
Alinhamento:
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Omni Potens – A abertura enganadora
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Too Extreme! – O choque industrial inicial
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Radikult – A tentativa embaraçosa de fazer hino de discoteca
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I Am Morbid – O hino egocêntrico com aplausos falsos
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Nevermore – A gema que ainda se salva
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Blades for Baal – A fúria técnica que ainda restava
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Destructos Vs. The Earth / Attack – A marcha espacial que parece um jogo de 8-bits
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Profundis – Mea Culpa – A tentativa falhada de criar uma atmosfera
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Nevermore (Chrysalide Remix) – O colapso final (interrompido pelo sinal horário)

