AUTOR: Loureiro

DATA: 19.07.2026

DURAÇÃO: ...

O lixo também tem direitos… e nós estamos aqui para o separar do que é reciclável. No segundo episódio do Riffugo, abrimos o caixote do lixo da Florida para analisar um dos maiores desastres da história do metal extremo: o Illud Divinum Insanus (2011) dos Morbid Angel.

Dezasseis anos à espera de um regresso que se transformou num pesadelo de sintetizadores de segunda categoria, multidões falsas e uma confusão sónica que nem a própria banda soube explicar. Entre a tentativa falhada de soar a hino de estádio e um álbum de remixes que se arrasta por três horas intermináveis, tentamos salvar o pouco metal que ainda respira no meio do entulho.

Alinhamento:

  • Omni Potens – A abertura enganadora

  • Too Extreme! – O choque industrial inicial

  • Radikult – A tentativa embaraçosa de fazer hino de discoteca

  • I Am Morbid – O hino egocêntrico com aplausos falsos

  • Nevermore – A gema que ainda se salva

  • Blades for Baal – A fúria técnica que ainda restava

  • Destructos Vs. The Earth / Attack – A marcha espacial que parece um jogo de 8-bits

  • Profundis – Mea Culpa – A tentativa falhada de criar uma atmosfera

  • Nevermore (Chrysalide Remix) – O colapso final (interrompido pelo sinal horário)