

O lixo também tem direitos… ou, pelo menos, merece uma autópsia em direto.
No primeiro episódio do Riffugo, vestimos o fato de proteção radioativa para analisar o disco mais polémico, odiado e fascinante da história dos Metallica: o incontornável St. Anger (2003).
Numa viagem de uma hora ao ano em que a maior banda de metal do planeta trocou os solos de guitarra por sessões de terapia de grupo e por uma tarola que soa a uma lata de bolachas dinamarquesas, dissecamos o contexto, as piores atrocidades sonoras e a única pérola que se salva no meio do entulho.
Alinhamento do episódio:
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Frantic — O pânico inicial
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Invisible Kid — 8 minutos de tédio sem solos
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The Unnamed Feeling — A pérola claustrofóbica que se salva
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St. Anger — O hino esquizofrénico que ganhou um Grammy
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Purify — Os 5 minutos mais difíceis da carreira da banda
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All Within My Hands — O colapso nervoso final (interrompido pelo sinal horário)

