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15.10.2026POR Mafalda Inácio

Lista V ambiciona romper com “problemas do passado” perpetuados pelo RJIES

A Lista V apresentou esta semana a sua candidatura à Assembleia de Revisão Estatutária da Universidade de Coimbra. José Machado quer romper com a sub-representação estudantil, imposta pelo RJIES e dar aos estudantes “ponderação máxima”.

José Machado, atual presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) anunciou, na passada terça-feira, a candidatura da Lista V – Uma Visão para o futuro da UC – à representação dos Estudantes do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos para a Assembleia de Revisão Estatutária da Universidade de Coimbra. Movido pelo “inconformismo pessoal” perante o cenário atual da instituição de ensino, José Machado acredita que a lista candidata tem capacidade para contribuir com “uma nova visão para os estatutos da Universidade”.

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Ao microfone da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), José Machado garante que, na ordem de prioridades, a vontade de auscultar os estudantes e dar voz às suas preocupações é o propósito maioral da Lista V. Segundo o conselheiro geral da Universidade de Coimbra, a participação ativa da comunidade estudantil será fundamental para garantir que os interesses dos discentes sejam assegurados.

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De olhos postos no Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), o representante da candidatura avança que é urgente romper com “problemas do passado”, nomeadamente a sub-representação dos estudantes, limitada a 25%, e a “governabilidade das universidades” nas assembleias e conselhos gerais. José Machado refere, também, a necessidade de converter o atual limite máximo do intervalo de representação estudantil na “ponderação máxima na percentagem atribuída aos estudantes”.

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Apesar da vontade de representar os estudantes na Assembleia de Revisão Estatutária da Universidade de Coimbra, José Machado salienta o desagrado perante o calendário eleitoral. À luz do atual presidente da DG/AAC, a distância entre a campanha eleitoral, que ocorre até dia 16 de outubro, e a votação, agendada para dia 20, é incompreensível.

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