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Carlos Míssel “revoltado” com sucedidos da QF’26 mas faz balanço positivo
O coordenador-geral da Comissão Organizadora da Queima das Fitas 2026 considera que, não obstante as ocorrências, a festa alcançou resultados favoráveis. Carlos Míssel diz ainda que o recrutamento da próxima equipa de segurança vai ser responsabilidade da futura equipa da Comissão Organizadora.
Durante o cortejo da Queima das Fitas 2026 faleceu um estudante de Erasmus e durante as noites no parque duas estudantes denunciaram violações. Contudo, a Comissão Organizadora da Queima das Fitas (COQF) defende que a empresa de segurança que esteve em atividade durante a Queima não está encarregue de lidar com estas situações, visto que aconteceram fora do recinto.
A investigação das alegadas violações continua em curso nas mãos da Polícia Judiciária. Em declarações à RUC, Carlos Míssel, coordenador geral da COQF, refere que a situação foi “revoltante” e afirma que desde logo se mostrou disponível para colaborar com as autoridades.
O coordenador geral considera que é necessário implementar medidas de prevenção para evitar estas situações, investir em aparelhos de videovigilância e iluminar os lugares mais escuros.
O responsável pela organização da festa académica demarca-se do depoimento de Nuno Cordeiro, supervisor da equipa de segurança da Queima, prestado à RUC e reconhece que a culpa nunca poderia ser das vítimas.
Carlos Míssel sente-se indignado com os acontecimentos e reconhece que “mancha a reputação do evento, mesmo que tenha acontecido fora de portas”.
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