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Mais de 300 pessoas marcham em Coimbra pela comunidade LGBTQIA+
No dia contra a homofobia, a transfobia e a bifobia, assinalado a 17 de maio, um grupo de manifestantes partiu do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e marchou até à praça 8 de maio.
“Nem menos, nem mais, direitos iguais” e “deixa passar, sou LGBT e o mundo vou mudar”, foram algumas das palavras de ordem ouvidas na 17.ª marcha da luta contra a homofobia e transfobia de Coimbra.
Ao atravessar a ponte de Santa Clara, Gabriela Costa, membro da Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia de Coimbra (PATH), explica à RUC que a marcha foi motivada pelo aumento no número de ataques à comunidade LGBTQIA+.
A manifestação terminou com discursos de alguns organizadores em frente à Câmara Municipal de Coimbra (CMC), na praça 8 de maio. Nos paços do município foi hasteada a bandeira LGBTQIA+, gesto que a organização considera importante. A bandeira também foi “posta ao vento” no edifício da Associação Académica de Coimbra (AAC).
Isac de Assis, também a guiar os manifestantes, sublinha a importância de assinalar a data e dá nota de outras reivindicações da comunidade, associadas a pessoas transexuais e intersexo.
Depois da manifestação, as comemorações terminaram com uma Matinée e uma pequena feira, no Atelier A Fábrica. Clara Cardoso, também membro da PATH Coimbra, esteve envolvida na organização da feira e fez um balanço positivo da adesão por parte do público, face a anos anteriores.
A jovem acrescenta ainda que não houve constrangimentos durante as comemorações. A data foi também assinalada em outras cidades do país como Lisboa e Porto.
Algumas fotografias da marcha, em Coimbra, podem ser vistas na galeria em anexo.
Fotografias: Clara Cardoso
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