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26.04.2026POR Informação RUC

“A democracia nasceu em coimbra”. Conimbricenses celebram o 25 de abril

52 anos depois, os conimbricenses não ficaram indiferentes e ocuparam a cidade numa Marcha Popular. A manifestação contou com a presença da AAC, sindicatos, organizações culturais, Repúblicas e movimentos juvenis.

O relógio marcava 15h32 quando as vozes do povo começaram a ser escutadas. Os “gritos” de esperança e revolta repercutiram pelas ruas, em direção ao Pátio da Inquisição. O protesto atemporal contou com manifestantes de diversas idades, desde crianças a idosos. Frases como“25 de abril sempre, fascismo nunca mais”, “Sem memória não há futuro”, “Florescemos onde nos queriam calados” fizeram-se ouvir entre os protestantes.

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Entre os manifestantes, estava José Machado, presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC). Ao microfone da RUC, posiciona-se acerca do papel que os estudantes desempenham nestes eventos.

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Rodrigo Pereira, membro da República dos Galifões, sublinha a importância das Repúblicas no desenlace da Revolução do 25 de abril. Estavam prestes a juntar-se à manifestação e felizes por participarem na mesma .

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Fausto Martins de Carvalho, estudante da década de 60 partilha um testemunho acerca da sua experiência. Em entrevista, refere ainda como a opressão condicionou o seu percurso académico e a sua vida, uma vez que se viu obrigado a procurar refúgio fora do país.

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O encerramento da manifestação contou com concertos na voz da tuna das Mondeguinas, Orquestra Típica Rancho e GEFAC.

 

 

Fotografia: Diana Carlos e Margarida Santos

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