![[object Object]](/cdn-cgi/image/width=1920,quality=75,format=auto,onerror=redirect/https://bucket.ruc.pt/wp-content/uploads/2026/04/25235658/99b46cfa-0c29-4b5d-be82-3fae1d6f4524.jpeg)
“A democracia nasceu em coimbra”. Conimbricenses celebram o 25 de abril
52 anos depois, os conimbricenses não ficaram indiferentes e ocuparam a cidade numa Marcha Popular. A manifestação contou com a presença da AAC, sindicatos, organizações culturais, Repúblicas e movimentos juvenis.
O relógio marcava 15h32 quando as vozes do povo começaram a ser escutadas. Os “gritos” de esperança e revolta repercutiram pelas ruas, em direção ao Pátio da Inquisição. O protesto atemporal contou com manifestantes de diversas idades, desde crianças a idosos. Frases como“25 de abril sempre, fascismo nunca mais”, “Sem memória não há futuro”, “Florescemos onde nos queriam calados” fizeram-se ouvir entre os protestantes.
Entre os manifestantes, estava José Machado, presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC). Ao microfone da RUC, posiciona-se acerca do papel que os estudantes desempenham nestes eventos.
Rodrigo Pereira, membro da República dos Galifões, sublinha a importância das Repúblicas no desenlace da Revolução do 25 de abril. Estavam prestes a juntar-se à manifestação e felizes por participarem na mesma .
Fausto Martins de Carvalho, estudante da década de 60 partilha um testemunho acerca da sua experiência. Em entrevista, refere ainda como a opressão condicionou o seu percurso académico e a sua vida, uma vez que se viu obrigado a procurar refúgio fora do país.
O encerramento da manifestação contou com concertos na voz da tuna das Mondeguinas, Orquestra Típica Rancho e GEFAC.
Fotografia: Diana Carlos e Margarida Santos
PARTILHAR:


