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Comissão organizadora da queima das fitas 2026 aposta em redução de custos
A 26ª edição da Queima das Fitas de Coimbra começa já no próximo dia 22 de maio. Lon3r Johny e Plutónio vão estrear o palco principal.
Em entrevista à RUC, Carlos Missel, coordenador da Comissão Organizadora da Queima das Fitas 2026 (COQF), anunciou que a edição deste ano vai contar com várias novidades. As principais mudanças são a fusão do palco 360º com o palco secundário e a redução e reorganização do espaço do recinto para diminuir os custos financeiros.
O objetivo da organização é também reduzir os custos dos artistas. Vai haver uma menor aposta em grandes nomes únicos e uma distribuição mais equilibrada de artistas pelos vários dias.
A organização confirmou que o cartaz já está fechado e que o público pode contar com uma grande seleção de artistas internacionais, mais do que nos anos anteriores.
As atividades fora do recinto são um dos fatores que, segundo Carlos Missel, distingue a Queima de Coimbra das restantes festas académicas do país. Neste sentido, surge a criação dos warm-ups ao longo do mês de abril e uma caderneta de selos para incentivar a participação dos eventos culturais, desportivos e tradicionais.
O reforço das atividades pretende tornar o evento mais completo e não focado apenas nas Noites do Parque.
Apesar das recentes cheias e tempestades, a segurança e as condições do recinto estão asseguradas. Tal como no ano passado, vai existir a continuação da parceria com os SMTUC, o que garante a circulação de transportes noturnos especiais.
Ao contrário da Serenata Monumental, que se vai manter na Sé Velha, o percurso do cortejo vai ser mais curto.
Apesar da contenção dos custos ser um dos focos desta edição, Carlos Missel promete que a Associação Académica de Coimbra e a Direção-Geral não vão ser prejudicadas em termos financeiros. O coordenador geral admite que a organização da Queima das Fitas está a tentar arranjar mecanismos para ajudar financeiramente as secções.
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