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10.02.2026POR Informação RUC

Tempestade Nils agrava as cheias no Rio Mondego

Desde o dia 25 de janeiro que o país foi afetado por um comboio de tempestades que também impactam Coimbra. A proteção civil está presente no terreno com o objetivo de prestar auxílio à população e mitigar os efeitos do mau tempo.

Ao microfone da RUC, Nuno Seixas, 2.º comandante Sub-Regional da Região de Coimbra da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), afirma que o município vai voltar a enfrentar um fenómeno de precipitação persistente com início na madrugada de 11 de fevereiro, a tempestade Nils.

Aponta também que 2026 é um ano atípico e que a bacia do rio Mondego não está a conseguir recuperar o seu leito habitual.

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Nuno Seixas adianta que a proteção civil está em contacto com as zonas historicamente vulneráveis e os serviços essenciais não estão sob ameaça.

Refere que na zona de Montemor-o-velho é possível que haja alguns constrangimentos mas estão a ser tomadas medidas, em todo o município de Coimbra, para diminuir os prejuízos.

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O comandante  deixa como recomendações que a população cumpra a sinalização existente nas margens dos rios e, em especial, nas estradas afetadas pela subida das águas para evitar a necessidade de terem de ser resgatadas.

A tempestade Nils chega ao país 15 dias após a tempestade Kristin ter deixado vários conimbricenses sem eletricidade.

Por fim, Nuno Seixas indica que a rede elétrica ainda não foi reposta na totalidade em Coimbra, com 1000 clientes sem luz há 15 dias.

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