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Montenegro visitou Coimbra para ver os estragos da depressão Kristin
Durante a tarde de hoje, Luís Montenegro, em conferência de imprensa agradeceu o esforço de quem está no terreno e confirmou que se mantém em contacto com os autarcas e com a proteção civil, face aos estragos provocados pela depressão Kristin.
O primeiro-ministro mostra a sua solidariedade com quem foi afetado pela tempestade e apela à ajuda e colaboração da população durante os próximos dias, para que o país se reerga mais forte.
Montenegro revelou que o governo está em contacto com a comissão europeia.
A chuva e o vento vão continuar durante os próximos dias. O governo está a mobilizar os meios de proteção civil no sentido de prevenir situações de inundações e de repor as condições mínimas de tráfego rodoviário, pedonal e ferroviário no país.
Luís Montenegro garante ao microfone da RUC que a ajuda chegou desde a primeira hora e as autoridades fizeram o que foi possível ser feito.
Os impactos estão a ser maiores do que o expectável e ainda não existe um primeiro levantamento em relação aos valores totais dos estragos. O primeiro-ministro sublinha que não é possível a candidatura a fontes de financiamento europeias nem definir fontes de financiamento interno.
Em relação às falhas de energia elétrica, Luís Montenegro confirma que o governo tem capacidade para ajudar, mas está com dificuldades de movimentação dos equipamentos no território.
O primeiro-ministro reflete ainda sobre a eficácia do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) e afirma que foi o meio de comunicação ao qual os agentes de proteção civil se agarraram num momento de maior aflição.
Durante a manhã do dia 29 de janeiro foi decretado estado de calamidade até 1 de fevereiro em 60 municípios do país.
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