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Atrasos nos atos eleitorais afetam secções da AAC

Francisco Flor assume novamente a presidência da Comissão Eleitoral e demarca-se de constrangimentos nas eleições. Cadernos eleitorais estão a ser feitos de forma analógica.

Os processos de eleições que renovam a direção das várias secções da AAC estão atrasados devido a problemas na plataforma dos cadernos eleitorais. Francisco Flor, voltou a assumir o cargo de presidente da Comissão Eleitoral depois de ter sido suspenso. Afirma que a elaboração dos cadernos não faz parte das suas funções, mas sim do Conselho Fiscal da AAC (CF/AAC). 

José Machado, presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), explica que o contrato com a empresa que geria a plataforma das eleições terminava no final de maio e não foi renovado, já que, segundo o presidente, o serviço “não era bem prestado”. Afirma ainda que a solução arranjada foi contratar outra empresa mais acessível.

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José Machado lamenta a situação “infeliz” que causou atrasos aos processos eleitorais das Secções. No entanto, afirma que é melhor atrasar o processo algumas semanas em prol de uma solução sustentável.

Vitor Sanfins, secretário-geral do Conselho Cultural da Associação Académica de Coimbra (CC/AAC), diz que a Comissão Eleitoral estava a  trabalhar com base no pressuposto de que havia uma plataforma pronta. No entanto, essa plataforma não estava disponível por questões administrativas, o que afetou as Secções que, segundo Vitor, “viram os seus atos eleitorais postos em causa, sem respostas ou soluções”.

Francisco Flor reconhece os constrangimentos que os atrasos na elaboração dos cadernos, por parte do CF/AAC, provocaram nos atos eleitorais.

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Neste momento, em vez dos cadernos eleitorais estarem a ser feitos de forma automática, estão a ser feitos analogicamente. O presidente da Comissão Eleitoral avança que as Secções vão prosseguir com eleições ainda durante este ano civil.

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