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Académica vence Lusitano de Évora e treinador elogia atitude e inteligência da equipa
Académica ganhou bem, marcou dois golos de ‘penalty’ mas só na parte final do jogo permitiu que o adversário causasse algum perigo. O avançado Cuba esteve em destaque por ter sofrido as faltas que deram lugar às duas penalidades e pelo perigo constante para a baliza adversária.
Cuba foi considerado pela equipa RUC o melhor jogador da Briosa em campo. Leandro marcou os dois penaltys na baliza do Lusitano de Évora de forma irrepreensível.
Na conferência de imprensa, após o jogo, o treinador da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF), António Barbosa, começou por valorizar o adversário, reconhecendo que “foi provavelmente a equipa que mais situações de finalização nos criou neste campeonato”.
Apesar das dificuldades, considerou que a Académica foi “mais pragmática”, explorando “os espaços” através das diagonais ofensivas, que originaram várias oportunidades de golo, incluindo duas grandes penalidades.
Questionado sobre a influência do estado do relvado, o treinador da Académica reconheceu que o campo “prejudicou as duas equipas”, mas destacou a forma como os seus jogadores souberam adaptar-se.
O treinador realçou ainda o mérito do adversário, “uma equipa combativa, organizada e com muita qualidade coletiva”, acrescentando que, apesar da vitória justa, “foi um jogo extremamente equilibrado e muito difícil”.
Sobre Cuba que saiu lesionado, o treinador esclareceu que se tratou apenas de “fadiga”.
A Académica entra agora numa semana de pausa competitiva, que o treinador considera “muito importante” para a recuperação física e a consolidação de dinâmicas.
O técnico aproveitou ainda para lembrar o contexto de reconstrução da equipa. António Barbosa lembrou a saída de 18 jogadores tendo ficado quatro, um processo que considerou ser “exigente”, com muito trabalho pela frente.
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