![[object Object]](/cdn-cgi/image/width=1920,quality=75,format=auto,onerror=redirect/https://bucket.ruc.pt/wp-content/uploads/2025/04/10210550/images.jpg)
Governo quer controlar prescrições de medicamentos para tratamento da obesidade
Com a preocupação do acesso a medicamentos inapropriados ao tratamento de diabetes,José Manuel Boavida pretende encontrar uma solução para combater as limitações.
A partir de agosto, apenas médicos especialistas em determinadas áreas da saúde, como endocrinologia,nutrição, medicina e pediatria podem prescrever medicamentos injetáveis e sensores para o tratamento de diabetes. Com isto, é evitado o uso inadequado dos medicamentos e é garantido o acesso apropriado às pessoas que realmente necessitam.
José Manuel Boavida, presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), afirmou que estes medicamentos são acessíveis a pessoas com diabetes mas são restritos para pessoas com excesso de peso. Para combater essa limitação, José Boavida pretende aumentar o acesso a estes recursos e ajustar com os laboratórios as quantidades de medicamentos e sensores disponíveis nas farmácias.
De acordo com o representante, pessoas com obesidade devem ter acesso a estes medicamentos, graças ao seu efeito benéfico. A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, defende também a comparticipação do Estado neste processo.
O objetivo da portaria é melhorar a acessibilidade e estabelecer quem tem autorização para fazer prescrições dos medicamentos e sensores. No entanto, acaba por ignorar outras questões importantes, como o acesso aos análogos do gpl 1 por pessoas com índice de massa corporal abaixo de 35 , bem como o acesso aos sensores de glicemia por pessoas com diabetes tipo 2.
Em agosto, quando este objetivo for alcançado, o especialista acredita que a população ficará satisfeita.
Imagem: Instituto CDT
Com Agência Lusa
PARTILHAR:


