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Casa da Escrita acolhe declamação de poesia lusófona

O Dia Mundial da Língua Portuguesa festeja-se esta quinta-feira, dia 5 de maio. Em comunhão com a comemoração, os vários membros da Cooperativa Bonifrates, declamaram alguns dos poemas mais impactantes dos poetas lusófonos.

Por volta das 18 horas e com entrada livre, a performance juntou amantes de poesia e outros interessados para a promoção literária do idioma.

O evento abrangeu várias formas artísticas, como a conjunção entre música ao vivo e leitura dos poemas. O uso de instrumentos indígenas e a tão portuguesa guitarra portuguesa diversificou a performance.

António Vilhena, diretor da Casa da Escrita, conversou com a RUC sobre a importância da língua portuguesa. São 265 milhões de falantes que estão dispostos por todo o mundo e que adicionam “novos cheiros ao próprio idioma”.

O escritor  realçou a promoção da leitura entre velhos e novos e o quão um livro é capaz de fazer viajar o leitor a partir do momento em que este lê a obra.

O curador da iniciativa afirma que o mais acertado a fazer neste dia tão especial para a língua é a leitura e performance do género poesia. Junta a isto a deambulação pelas épocas e culturas dos vários autores e países.

António Vilhena apela ás interpretações distintas dos jovens consoante aquilo que foi escrito pelos poetas, pois é assim que se criam e co-produzem novas obras e versões.

A RUC ainda falou com uma das intérpretes da Bonifrates presentes na performance, Paula. A atriz enalteceu a riqueza da Língua Portuguesa e a sua expansão pelo mundo.

De acordo com o lema da UNESCO “Construir paz nas mentes das mulheres e homens”, este evento pretendeu, através da vozes limpas e das atuações emocionantes dos performistas, dar voz aos poetas que se mantêm resistentes na literatura lusófona.

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