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Associação Académica de Coimbra vai ter Núcleo Museológico no Museu Municipal
O futuro Museu da Associação Académica de Coimbra (AAC) vai ficar na Galeria Almedina junto ao arco com o mesmo nome. Numa zona da cidade de Coimbra em que Alta e Baixa se encontram. Um símbolo da ligação da população estudantil aos habitantes de Coimbra, os chamados futricas, como lembrou na cerimónia de apresentação o presidente da Direção-Geral da AAC, João Assunção.
À margem da cerimónia, João Assunção, esclareceu que o processo se vai estender no tempo. Conta, no entanto, que ao longo do próximo ano, período espectável para execução do projeto, o novo núcleo possa dar alguns contributos para “o complexo museológico da cidade”.
Até que esteja materializado o futuro Museu da AAC vão ter lugar algumas exposições temporárias. João Assunção explica que antes de existir um trabalho acabado vai existir alguma “oferta museológica no espaço”.
O Museu da AAC vai coexistir com o Museu Académico. O novo núcleo museológico fica numa zona nobre da cidade muito frequentada pelos turistas. Lembramos que está prevista a instalação do Museu Académico num espaço do Colégio de Jesus, como revelou Paulo Trincão à RUC. A gestão do Museu Académico vai continuar a interessar à AAC, afirmou o presidente da DG/AAC.
João Assunção explica que se pretende um museu “moderno e inovador” que permita cruzar a vertente desportiva, cultural e política da AAC.
No campo desportivo são vários os troféus arrecadados pelas secções da AAC nas várias modalidades. A mostra das duas Taças de Portugal ganhas pela Académica vão ser um forte atrativo, na opinião do presidente da DG/AAC.
João Assunção enfatiza a necessidade de que o espaço “não seja um reservatório” mas um lugar que dignifique os 134 anos de história da AAC.
Parceira na edificação do novo museu, a AAC/OAF fez-se representar pelo presidente Pedro Dias Rocho. Na cerimónia o presidente do Organismo Autónomo de Futebol, lembrou que a “Académica é uma só”.
Já o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, mostrou-se satisfeito com a possibilidade de haver mais iteração do espólio da AAC com munícipes e turistas nacionais e estrangeiros. O autarca revelou que o espaço da Galeria Almedina vai ser “estendido” de forma a permitir expor parte da história contemporânea de Coimbra.
Na cerimónia estiveram presentes vários vereadores da CMC. O presidente da União de Freguesias de Coimbra, Francisco Campos, ofereceu a João Assunção o vinil, CD e livro “JOSÉ AFONSO AO VIVO”, uma iniciativa que teve lugar no âmbito do programa de comemorações dos 50 anos da Crise Académica de 1969. O trabalho foi editado por José Moças, e Adelino Gomes é autor do texto da obra. A cerimónia do último sábado encerrou com a actuação da Estudantina.
Fotografia: CMC
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