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Paulo Santos: “Criou-se um ecossistema de empresas que é uma ferramenta de competitividade para a UC”

Ao longo do espaço de comentário, houve tempo para abordar temas como o efeito da pandemia no Instituto Pedro Nunes, a “caça ao talento” por parte de multinacionais estrangeiras e os casos de sucesso do IPN.

O Observatório de quarta-feira, dia 15, contou com o comentário de Paulo Santos, Diretor Executivo da Incubadora do Instituto Pedro Nunes (IPN).

“Com os dedos de uma mão conto as empresas que entraram em layoff”

Paulo Santos admitiu que, apesar da chegada de uma crise económica provocada pela pandemia, a maior parte das empresas sediadas no IPN não sentiu muitas dificuldades. O Diretor da Incubadora do IPN mencionou que as empresas souberam reorganizar-se para ultrapassar a situação, e que, comparando com setores como o da cultura ou hotelaria, os efeitos da crise foram substancialmente menores. Paulo Santos referiu ainda que, devido a este maior à vontade por parte das empresas, assistiu-se a diversas ações de solidariedade para com os mais afetados.

“É difícil manter as equipas de trabalho, porque os profissionais são constantemente assediados”

Em relação à “caça de talentos” nacionais por parte de empresas estrangeiras com maior poder económico, Paulo Santos admitiu que este é um problema que tem surgido com a falta de profissionais qualificados nas áreas das tecnologias de informação, e que a pandemia veio agravar. No entanto, apontou que Portugal tem também valências, como a qualidade de vida e o bom tempo, que o tornam num país apetecível para empreendedores estrangeiros.

“Tem sido fantástico assistir a esta jornada de conquista do mundo”

Um dos casos de sucesso da Incubadora do IPN, foi a Feedzai, uma das 4 empresas portuguesas a ultrapassar um valor estimado de mil milhões de euros. Paulo Santos não escondeu a sua satisfação pelos êxitos conseguidos pela Startup, e referiu que estes feitos são “role models” para empreendedores que queiram seguir pelo mesmo caminho.

Houve ainda tempo para falar da iniciativa Spark 4 Business e dos objetivos do IPN para o futuro.

Pode ouvir o comentário completo nesta página.

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