[object Object]
13.03.2021POR Ana Domingues

CGUC: Irene Fonseca afirma que UC é uma “joia nacional e internacional”

A professora elogia o Conselho Geral e o grupo de membros externos e espera contribuir para “manter o padrão de excelência” da UC.

Dia 8 de fevereiro ficou marcado pela tomada de posse dos membros externos do Conselho Geral da Universidade de Coimbra (CGUC), dez personalidades de reconhecido mérito externas à Universidade. Neste sentido, a RUC falou com Irene Fonseca, um dos mais recentes membros externos cooptados para o Conselho Geral.

Com um percurso académico entre Lisboa e Minnesota, nos Estados Unidos da América, Irene Fonseca é licenciada em Matemática e tem um doutoramento na mesma área. É, desde 1987, professora na Universidade de Carnegie Mellon, na cidade de Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, nos EUA.

Em Portugal, mantém laços familiares e profissionais, sendo membro do Conselho da Diáspora Portuguesa, desde 2015, assim como da Academia das Ciências de Lisboa. Até 2008, manteve uma ligação com o Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, enquanto coordenadora de painéis de avaliação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Desde 2016, faz parte da Comissão de Acompanhamento do Centro de Matemática da UC.

Irene Fonseca considera que a sua experiência profissional, enquanto professora e investigadora, traz um contributo positivo ao Conselho Geral da UC. Para a docente, a diversidade de áreas de atuação profissional dos dez membros externos faz como sejam um grupo “muito rico” e capaz de “reforçar a excelência que já existe” da Universidade de Coimbra, “elevando o prestígio da instituição”.

Para Irene Fonseca, o convite para ser membro externo do CGUC foi “uma honra”, considerando que este será um desafio bastante positivo para o seu percurso pessoal e profissional.

A docente de matemática pretende, durante o mandato do Conselho Geral, trazer um conhecimento académico inovador, para a Universidade de Coimbra poder “dar resposta aos grandes desafios”. Porém, Irene Fonseca é da opinião que é necessário que a UC desenvolva a Cibersegurança e a Inteligência Artificial, áreas “que estarão cada vez presentes nas nossas vidas”.

Em nota final, Irene Fonseca refere que espera que o Conselho Geral ajude a que a Universidade de Coimbra continue a ser um “padrão de excelência a todos os níveis”.

O Conselho Geral é constituído por 35 membros, sendo que compete a este órgão da Universidade funções como a eleição do reitor, a aprovação dos planos estratégicos de médio prazo e o plano de ação para o quadriénio do mandato do Reitor.

Pode ouvir a entrevista na íntegra no podcast acima, ou no Spotify da Rádio Universidade de Coimbra.

PARTILHAR: