24/03/20

CDU propõe turnos, rotatividade e teletrabalho para funcionários da CMC

O vereador da Coligação Democrática Unitária (CDU), Francisco Queirós, esteve na reunião presencial do executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), no passado dia 23 de março, referiu em comunicado ser “notório, aliás, o estado de stress de muitos trabalhadores que denuncia preocupações reais com o reduzido número de trabalhadores em teletrabalho, que se traduz na permanência de um elevado número de funcionários em espaços exíguos, em diferentes serviços.”

As propostas apresentadas por Francisco Queirós na reunião, para minimizar esta situação foram a criação de turnos e rotatividade de trabalhadores. A aquisição de material informático foi outra das propostas apresentadas pelo vereador, para possibilitar a implementação do teletrabalho, para as funções que permitam trabalhar à distância.

Em entrevista à RUC o vereador da CDU, referiu que neste momento já há funcionários da Câmara a trabalhar em situação de jornada contínua, uma medida criada para os trabalhadores, cujas funções não permitem trabalhar a partir de casa. Adiantou serem cerca de 200 os funcionários da CMC a trabalhar a partir de casa e que muitos mais vão trabalhar desta forma a partir hoje, 24.

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Sobre o regime presencial em que a reunião do executivo camarário decorreu, na passada segunda-feira, dia 23 março, Francisco Queirós, considerou este regime adequado por acautelar as medidas de segurança e referiu que não se justificava que os vereadores não estivessem presentes na reunião, uma vez que muitos funcionários se encontravam a trabalhar na Câmara.

A possibilidade de as próximas reuniões do executivo decorrerem através de videoconferência foi deixada em aberto e o vereador explicou o porquê de a última reunião não ter já acontecido neste formato, apresentando razões de ordem técnica e de gestão prioritária.

O vereador apresentou também uma proposta para o fornecimento de equipamento de proteção individual aos serviços essenciais que estão em funcionamento, assim como a colocação e manutenção de dispensadores de desinfetante em locais estratégicos, uma situação que, de acordo com Francisco Queirós, também já está a ser acautelada pela CMC.

Ana Neves

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