4/03/20

FESTIVAL SANTOS DA CASA VOLTA A DAR MÚSICA A COIMBRA

 

O Santos da Casa, programa de música portuguesa da Rádio Universidade de Coimbra, que vai para o ar todos os dias entre as 19h e as 20h, em 107.9 ou www.ruc.fm, festeja em 2020, 28 anos de emissões. O festival que o programa criou, com o intuito de dar a conhecer novas bandas à cidade de Coimbra, atinge este ano a vigésima segunda edição.
Os propósitos continuam a ser os mesmos. Mostrar em palco, bandas e artistas que regularmente são divulgados no programa, no blog e no facebook. Continuar a trazer à cidade, artistas que nunca por aqui mostraram o seu talento. Sempre que possível apadrinhar o nascimento de novas bandas e apresentar novos espaços para a realização de concertos e debates e outras atividades.
22 é um número que nos enche de orgulho. Perceber a quantidade de horas que “oferecemos” de música à cidade, chega a dar-nos um arrepio na espinha. Mas acima de tudo, uma vontade enorme de continuar a trazer a Coimbra alguns dos projetos que todos os dias divulgamos e em que acreditamos.
Por isso, de 6 de março a 5 de abril vamos espalhar música pela cidade.
Continuamos com a intenção de provar a todos que existem boas bandas para ver e ouvir.
Começámos quando a rádio fazia 13 anos, com 13 bandas a tocar no antigo auditório Salgado Zenha na AAC. Concertos transmitidos em direto no programa. Algumas bandas a terminarem o ensaio de som já com o indicativo do programa no ar. Uma saudável pilha de nervos para todos. Mas o bicho ficou cá dentro a roer e nunca mais parámos de organizar coisas.
Depois, enquanto o Le Son foi vivo, fizemos desse espaço a moradia do Festival. Assim que ele fechou portas, o Festival Santos da Casa tornou-se nómada e tomou de assalto todos os espaços da cidade onde era possível mostrar som. O corredor e terraço da nossa RUC, o Museu dos Transportes, o àCapella, a FNAC, a Via Latina, a Galeria Santa Clara, o Ar D’Rato, o Arte à Parte, o Salão Brazil, o States, o CITAC, o TEUC, o Aqui Base Tango, o Auditório do Conservatório de Coimbra, o Café Santa Cruz, o Teatro Loucomotiva, em Taveiro, a Vinharia da Sé e o Pinga Amor, foram alguns dos espaços que acolheram as bandas por nós escolhidas. Este ano estreamos um espaço novo no festival. Falamos da Rádio Baixa. Esta itinerância tornou-se marca da casa.
Bandas? Tantas e sempre tão boas, por isso, as escolhemos. Muitas estreias, que com orgulho nosso se tornaram em certezas. Muitos grupos a regressarem a Coimbra para comprovar o seu talento. Algumas noites com casas de respeito.
Destaques? É sempre ingrato. Todos merecem o nosso carinho e admiração. Contudo, se vos falarmos de A Naifa, Paus, Anaquim (que tocaram pela primeira vez na vida no nosso Festival), Sam The Kid, Linda Martini, Dealema, B Fachada, Capicua, Dead Combo, Samuel Úria, Ermo, Balla, D’Alva, Maze ou Miramar, os outros nos desculparão. Mas todos eles nos encheram as medidas e se tornaram amigos do peito (no final deste press deixamos um histórico).
Nestes últimos anos temos alargado o nosso campo de ação. Não só os concertos fazem parte da agenda. Temos tido agradáveis conversas sobre música e já projetámos som na tela. Este ano vamos ter duas pré-festas do festival.
Se nos perguntam se continua a ser válido mostrar em palco alguns dos sons que divulgamos no nosso programa, blog e facebook, dizemos sem pestanejar que sim. Existem por aí muitas bandas a valerem este nosso esforço.
Este ano a festa volta a ser grande. Vão ser tardes e noites memoráveis com um naipe de bandas e artistas que nos enchem de vaidade.
Por isso, contamos com todos. O público é sem dúvida o prato forte deste festival. A vocês pedimos que apareçam para ver novas bandas ou daqui a uns meses lamentar-se-ão por terem deixado escapar um nome que poderiam ter visto quase em primeira mão.

Sexta, 06 de março 2020 às 23H30

Pinga Amor
Nuno Ávila (pré-festival)
Entrada gratuita

Uma pré-festa recheada da melhor música portuguesa para aguçar o apetite para o festival santos da casa 2020.

Sábado, 14 de março 2020 às 14H00

Rádio Baixa
Fausto da Silva (pré-festival)
Entrada gratuita

Quem vem este ano e quem já por cá passou …
Um pouco da história do Festival que vai em 2020 para a sua edição 22 …

Sábado, 21 de março 2020 às 22H00

Salão Brazil
Lobos de Barro
Bilhete 8 €

André Barros e Valter Lobo encontram-se no fim de uma festa com um bolo desfeito. Trocam canções e emprestam de si mesmos o que lhes é inerente compondo um novo universo.
Esta criação foi presencialmente testemunhada por dois lobos de barro que enfeitavam aquela sala caótica depois de uma tarde de inverno em que o mundo se descobriu.
André Barros joga no piano e programações, melodias e ambiente etéreos. Valter Lobo a voz e as palavras das entranhas. Sentam-se à mesa sob essa música que se escreve a ela própria, ao ritmo de sons eletrónicos do pulsar do coração.
Os “Lobos de Barro” embarcam num navio de pavilhão português navegando uma sonoridade tão frágil quanto forte num exercício visceral, virados do avesso.
Trata-se de uma estreia absoluta, completamente legal, de dois juristas que assinam com a mão esquerda e se aventuram na maré de um novo diálogo que é um auto-exame e uma redenção.
Depois do primeiro trabalho experimental “Versões sobre um bolo desfeito” em 2019 e das apresentações ao vivo em vários auditórios e festivais do país e fora dele, prepara-se um novo trabalho.

André Barros – piano, teclas, programações
Valter Lobo – voz, letras

https://www.facebook.com/lobosdebarro/

Domingo, 22 de março 2020 às 17h00

Fnac Forum
Bali
Entrada gratuita

BALI apresentam álbum “Tempo a Mais” neste concerto em formato duo.

Bali não é só o nome de um dos destinos prediletos de quem procura sol e praia. É o nome da banda lisboeta, formada em 2018, que aquece de igual forma o coração dos seus ouvintes e os transporta para um lugar paradisíaco. Misturando sonoridades leves e positivas com letras mais introspectivas, cantadas na língua de Camões, Filipe Carapeto, Tiago Vale, Patrícia Gonzalez e Paulo Moreira, juntamente com o produtor Daniel Cardoso, criam a banda sonora perfeita para quem sabe que no fundo a vida é para ser aproveitada e mostram-nos que viajar não é uma finalidade mas sim um estado de espírito.

https://www.facebook.com/Os-Bali-330723567642257/

Sábado, 28 de março 2020 às 18h00

Casa das Artes Bissaya Barreto
Krake
Bilhete 3€

Os encontros – entre pessoas, entre pessoas e lugares, ou entre pessoas em lugares concretos – geram energia. Energia emocional, psíquica, eléctrica até. Na música, a ideia da psicogeografia, tal como originalmente formulada por Guy Debord, tem um peso óbvio: “o estudo dos efeitos específicos de um ambiente geográfico, organizado de forma consciente ou nem por isso, nas emoções e no comportamento dos indivíduos”, de acordo com o autor de A Sociedade do Espectáculo.
Pedro Oliveira entende isso muito bem. Habituado a tocar com muita gente em muitos locais específicos, ele é a prova definitiva de como diferentes encontros produzem distintos resultados. O extenso currículo deste baterista traduz-se numa vasta d…iscografia realizada em bandas e projectos como os peixe:avião, Green Machine, Dear Telephone e tantos outros. Mas Krake é uma entidade diferente.
O título deste álbum refere-se a um local especial, em Bristol, cidade com um notório perfil psicogeográfico, lugar de múltiplos encontros, de notórias disrupções, dos Pop Group de Mark Stewart aos Wil Bunch dos Massive Attack e daí até aos Portishead e mais além. Na ponte de Clifton, Pedro Oliveira não captou apenas as imagens que surgem tratadas na capa do álbum de Krake, mas também a energia de um local carregado de vibrações absolutamente singulares.
Com Jim Barr (baixista dos Get The Blessing que toca desde o início com os Portishead e que em tempos mais recentes tem assinado trabalho de sessão para gente como Perfume Genius ou Gruff Rhys e Thought Forms), Jake McMurchie (saxofonista, também de Get The Blessing ou do Ultrasound Contemporary Jazz Ensemble) e Pete Judge (trompetista, igualmente com responsabilidades em Get The Blessing e Ultrasound Contemporary Jazz Ensemble), Pedro Oliveira registou, nos J&J Studios de Bristol, um intenso encontro de descoberta mútua, de contaminação benigna pelo som, com cada um dos músicos a partir para lugar incerto a partir de um ponto de origem comum.
The Clifton Bridge Landscapes desenrola-se pois como a banda sonora de um encontro, num local específico, importante porque, admite Pedro Oliveira, Bristol foi a cidade que o inspirou a fazer música em meados dos anos 90. Só que a “viagem” realizada na companhia de Barr, McMurchie e Judge é feita de outra forma, de olhos vendados, sem mapa e sem orientação, com o som que cada um produz a ser a única forma de comunicação. E assim se ergue uma imagem espectral, de um local tão real quanto imaginado, onde os instrumentos podem ressoar sem limites, livres de condicionalismos estruturais, harmónicos, sedentos do que desconhecem, e por isso mesmo vibrantes.
The Clifton Bridge Landscapes de Krake tem edição do próprio Pedro Oliveira com apoio da Fundação GDA.

https://www.facebook.com/pedrooliveirakrake/

Domingo, 29 de março 2020 às 19h00

Corredor da RUC
O Manipulador
Entrada gratuita

O Manipulador é a one-man-band de Manuel Molarinho, influenciada por bandas de rock alternativo e ética DIY, que encontra inspiração em paisagens industrias abandonadas, nos ritmos e melodias das conversas e na experimentação.
A originalidade do músico tem passado pela criação de peças e canções somente através do uso do baixo, pedais, loop station e voz, dando ao baixo o papel principal de instrumento de percussão, textural e melódico
Doppler é o 4º registo d’O Manipulador (depois de Boxing, Chess e Lop). Com o selo da editora portuense Saliva Diva, representa o culminar do trabalho de investigação e experimentação da utilização do baixo eléctrico como instrumento total. É um álbum sobre percepção e sobre o efeito do tempo e distância na mesma. Um conjunto de 9 temas compostos ao longo da década, marcadamente autobiográficos e reflexivos, que são um ponto de chegada desta sua fase artística, apresentando características menos ensaísticas e mais preocupadas com o resultado final das canções.
A viver actualmente no Porto, o músico português (também em ‘Baleia Baleia Baleia’, ‘Burgueses Famintos’ ou ‘Daniel Catarino’) tem estado constantemente na estrada e os seus concertos como O Manipulador têm sido repetidamente bem acolhidos pela crítica:

“algo único, poético e maravilhoso” – Música Em DX
“sonoridade evasiva, fluída, que te leva até onde a tua imaginação te puder levar” – Espalha Factos “una experiencia totalmente enmersiva” – La Rockipedia
“mais que um simples projecto musical” – Tympanum

https://www.facebook.com/omanipulador/

Sexta, 02 de abril 2020 às 21h30

Centro Cultural D. Dinis
Eduardo Branco
Bilhete 5 €

Eduardo Branco edita álbum de estreia “97” no dia 21 de Fevereiro. Depois de revelados os singles “Sorrir” e “Solidão”, o compositor, guitarrista, produtor e letrista conimbricense apresenta agora o novo disco.
No início de 2017, depois de participações bem sucedidas em duas bandas locais, Eduardo Branco avançou decidido para se apresentar em nome próprio. Foi para estúdio, gravou alguns temas originais e editou o EP “Ilusão”. Os concertos que se seguiram e a excelente reação do público deram-lhe a ilusão de estar no caminho certo.

https://www.facebook.com/eduardo.branco.92

Sexta, 03 de abril 2020 às 19h00

Corredor da RUC
Museum Museum
Entrada gratuita

Museum Museum, duo composto por Marta Banza e Miguel Reis, explora o universo da poesia musicada, num diálogo harmonioso entre o piano e a guitarra acústica. Os poemas surgem de momentos e histórias vividas ou imaginadas por Marta, e materializam-se sob a forma de canções intimistas, fruto da sinergia entre os dois membros.
O EP de estreia do projecto, intitulado “Bare Me Raw”, foi editado a dia 08 de Março de 2019, com o selo da Kimahera. Este primeiro registo, marcado por uma estética assumidamente minimalista, foi gravado ao longo 5 sessões nos estúdios da Kimahera (Armação de Pêra, Algarve), sem recurso à utilização de metrónomo, prezando o live take, no que toca ao instrumental – opção do duo por forma a criar uma experiência auditiva que se aproxima mais do concerto ao vivo, por oposição a uma produção trabalhada em estúdio.
Museum Museum carrega consigo influências que vão desde a música clássica aos cantautores americanos de referência, e nos espetáculos ao vivo convidam a uma solene e densa viagem por entre os temas que compõem o primeiro lançamento, e alguns temas a editar em discos futuros.

https://www.facebook.com/museumofmuseums/

Sexta, 04 de abril 2020 às 18h00

Casa das Artes Bisaya Barreto
Helena Silva
Bilhete 3€

Helena Silva serve-se apenas do violino e de uma loopstation para desenvolver temas que transitam entre o minimalismo contemporâneo e a experimentação acústica. Com uma pegada única em Portugal, Helena Silva conta já com passagens por salas como a Casa da Música, CCB, Coliseu do Porto, Teatro Aveirense, Teatro Sá de Miranda e Theatro Circo, para além de ter acompanhado Antony and the Johnsons no litúrgico espectáculo que deram no NOS Primavera Sound 2015. Nos últimos anos, para além de ter feito parte dos Indignu, colaborou também, em disco e ao vivo, com Grutera e Gobi Bear.

https://www.facebook.com/helenasilvamusic/

Sábado, 05 de abril 2020 às 19h00

Corredor da RUC
Grutera
Entrada gratuita

Em 2020 lança um novo disco, Aconteceu, um disco sobre o que aconteceu nos últimos 5 anos. Gravado numa adega de casa de seus pais, com Tiago e Diogo Simão ao leme desde a captação à masterização, design de Ana Gil, curadoria da Planalto Records e na capa vai a mãe. Poderá ser ouvido em primeira mão num qualquer concerto perto de si. Ou mais longe um bocadinho. Espera que este não o envergonhe.

https://www.facebook.com/grutera1/

 

HISTÓRICO – FESTIVAL SANTOS DA CASA

2019-2017

A JIGSAW . ANA DEUS . BARRY WHITE GONE WRONG . BASOREXIA ARMY . CAVALHEIRO . CLAIANA . CRIATURA AZUL . DANIEL CATARINO . DAS MONSTRVM . DE TURQUOISE . DORY & THE BIG FISH . HAKA . HERR DOKTOR . HOMEM AO MAR . JOANA GUERRA . JOÃO BERHAN . LES SAINT ARMAND . LINCE . LITTLE FRIEND . LOLA LOLA . MAZE . MINTA & THE BROOK TROUT . MIRAMAR . MONDAY . MATHILDA . NAKED SKIN . NO!ON . O GAJO . OBAA SIMA . RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO . SENHOR VULCÃO . SOFAR SOUNDS (ANAONEMANBAND . ANÍBAL . DAN RIVERMAN . MARCO LUZ . PI . QUADRA . SENHOR DOUTOR . SPICY NOODLES . VÍTOR HUGO) . SWEET NICO . THE ACOUSTIC FOUNDATION . THE POPPERS

2016-2014

AMBAR . ANA CLÁUDIA . BALLA . BEST YOUTH . BRUNO PATO . BÚSSOLA . CACHUPA PSICADÉLICA . COELHO RADIOACTIVO . D’ALVA . d3ö . DALLA MARTA . EVOLS . FAZENDA . FIRST BREATH AFTER COMA . FLÁVIO TORRES . GOLDEN SLUMBERS . HOMEM EM CATARSE . JOÃO E A SOMBRA . KEEP RAZORS SHARP . LES CRAZY COCONUTS . MANCINES . MARAFONA . MILA DORES . MOONSHINERS . MPLUS . PEDRO ESTEVES . PEIXE:AVIÃO . SURMA . TNT . UM CORPO ESTRANHO

2013-2011

AVA INFERI . CAPICUA . CINEMUERTE . CORSAGE . COSIE CHERIE .DEAR TELEPHONE . ERMO . FAST EDDIE NELSON . GODVLAD . LA CHANSON NOIRE . LAIA .LOUSY GURU . LUÍS FOLGADO E OS DESAVINDOS . NEW KIND OF MAMBO . NICE WEATHER FOR DUCKS . NORTON . O MARTIM . ONE MAN HAND . PE7ERPANIC . RUZE SOLDADO ZERU . SALTO . SOMEWHERE IN BETWEEN (A JIGSAW + BIRDS ARE INDIE) . STEREOBOY . SWINGING RABBITS . TALES FOR THE UNSPOKEN . THE ASTROBOY . THE BALLARD POND . THE BLACK TURBO . THE CARPETS. THE FISHTAILS . THEE CHARGERS . TÓ TRIPS . VITORINO VOADOR

2010-2008

ANAQUIM . AS 3 MARIAS . B FACHADA . BIZARRA LOCOMOTIVA . DAILY MISCONCEPTIONS . DEAD COMBO . DEALEMA . DJ RIDE . ELECTRIC WILLOW . FITACOLA . GAZUA . INTERM.ISSION . MILLION DOLLAR LIPS . NERVE . PAUS . SAMUEL ÚRIA . THE ALPHABETS . THE AMAZING FLYING PONY . THE GUYS FROM THE CARAVAN . YOU CAN’T WIN, CHARLIE BROWN
2007-2005
A NAIFA . BORN A LION . D3o . DANCE DAMAGE . DEFYING CONTROL. [F.E.V.E.R.] . HIENA . LINDA MARTINI . OCP . OLD JERUSALEM . PHOEBUS .SECRECY . TATSUMAKI . THE OTHER SIDE . THE ULTIMATE ARCHITECTS . THE UNPLAYABLE SOFA GUITAR . THE VICIOUS FIVE . THE WAGE . U-CLIC

2004-2002

A JIGSAW . ABSTRAKT CIRCLE . BILDMEISTER . BUNNYRANCH . BYPASS . CHULLAGE . FADOMORSE . GOMO . HAND PUPPETS . LOTO . NUNO,NICO . OVO .POLAROID . SAM THE KID . TV RURAL . TWILIGHT GARDEN

2001 – 1999

ALIEN PICNIC . AMERICAN ARE DANGEROUS . BODHI . BIGO . CARBON H . CAVE CANEM . CHOP SOY . COLLENS COLLEGE . FAT FREDDY . FULL DAMAGE . HAND PUPPETS . HORNET . HOUDINI BLUES . HUCKLEBERRY FINN . JAGUAR . JOANE E O AMENDOIM SALTITANTE . KUBIK . MADAME GODARD . MORTUARY . OVERBLISS . PLASTICINE. SQUEEZE THEEZE PLEEZE . TÉDIO BOYS . TU METES NOJO . ÜBBER MANNIKINS . UNDERBELLY

conversas

AFONSO BASTOS . ANDRÉ FORTE . ANDRÉ TENTUGAL . ANTÓNIO FERREIRA . ANTÓNIO MANUEL ALMEIDA . ANTÓNIO MANUEL RIBEIRO . ANTÓNIO OLAIO . EDUARDO MORAIS . HUGO FERREIRA . JOANA FONSECA . JOÃO PAULO FELICIANO . JOÃO PEDRO COIMBRA .JORGE COELHO . JOSÉ SEIÇA . LARA FIGUEIREDO . LUÍS ANTERO . LUÍS FERREIRA . LUÍS PEDRO MADEIRA . LUÍS SILVA DO Ó . MIRO VAZ . NUNO CALADO . PAULO FURTADO . PEDRO MEDEIROS . PEDRO VINDEIRINHO . RITA MOREIRA . RODRIGO AREIAS . RUI DINIS . RUI EDUARDO PAES . RUI FERREIRA . RUI M LEAL . RUI PORTULEZ . TIAGO NALHA. TIAGO PEREIRA . VASCO MENDES . VERA MARMELO

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