24/02/20

AAC reivindica limite para propinas do segundo ciclo de estudos

Fotografia: gentilmente cedida pela DG/AAC

A moção que exigiu a necessidade de um “teto máximo obrigatório” para a propina do segundo ciclo de estudos foi destaque na 1º edição do Fórum Internúcleos de 2020. Decisão foi tomada no encontro realizado entre a Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) e os seus vinte e seis núcleos de estudantes, no passado fim de semana, em Vila Nova de Poiares. O presidente da DG/AAC, Daniel Azenha, em entrevista à RUC, revelou a necessidade de impor um limite às propinas de mestrados, uma vez que os cursos de engenharia estão a ser “reformulados”.

De acordo com Daniel Azenha, primeiro deve limitar-se a propina do segundo ciclo ao valor da propina atual. Lembra que a posição da DG/AAC passa por conseguir a “propina zero” nos dois ciclos de estudos.

O dia-a-dia do estudante do Ensino Superior, as Desigualdades, e as Alterações Climáticas foram alguns dos assuntos em discussão. Do encontro resultou uma agenda estratégica única de que vão resultar nos próximos debates abertos à sociedade nos próximos meses.

Objetivos do Fórum passam por “fortalecer as relações e a comunicação” da DG/AAC com os núcleos de estudantes e “chamá-los para a discussão dos temas” que vão determinar “a estratégia global a longo prazo da AAC”. Presidente da DG/AAC confirmou cumprimento dos objetivos e deixou plano de ação das medidas que em princípio vai levar à Assembleia Magna a agendar em breve.

Daniel Azenha realçou ainda a importância de o Fórum Internúcleos ter decorrido num concelho da região Centro, à semelhança do que já acontece com outras iniciativas da DG/AAC. “É importante que os dirigentes percebam que não são só os centros urbanos que têm espaço para a qualidade de vida e a progressão na carreira”, disse. “Acabamos por ser embaixadores dos municípios” e as Câmaras têm sido “excecionais”, concluiu.

Isabel Simões

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