6/01/20

Manuel Pires da Rocha: “Havia orçamento não haviam grandes opções do plano”

O Alvorada de hoje (06) contou com o comentário do antigo Diretor do Conservatório de Música de Coimbra e deputado eleito pela Coligação Democrática Unitária (CDU), na Assembleia Municipal de Coimbra , Manuel Pires da Rocha

A Assembleia Municipal de Coimbra (AM) chumbou no passado dia 27 de dezembro as Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2020. O organismo autárquico reuniu a partir das 14:00 mas a votação destas propostas pelos deputados municipais acabou por acontecer pelas 6 da tarde. 24 votos favoráveis (23 do PS e um da CDU) e a abstenção do presidente da Junta de freguesia de Santo António dos Olivais, Francisco Andrade, não foram suficientes para aprovar os documentos contra os 26 votos contra. No final da sessão da Assembleia Municipal o presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, que nessa qualidade teve intervenções na AM, afirmou aos jornalistas que não vai desistir de lutar contra o que chamou de “forças de bloqueio”.

Manuel Pires da Rocha justificou o chumbo com o não cumprimento por parte da CMC do reforço de verbas para as freguesias. O deputado da CDU relembrou a promessa por parte do executivo – PS em vista ao reforço quantificado para o orçamento de 2020 aquando da aprovação do orçamento do ano transato.

O deputado socialista, José Ferreira da Silva, classificou o orçamento no programa Alvorada na passada quinta-feira como “virtuoso”. Pires da Rocha admite que o orçamento tem aspetos positivos. Contudo, o líder da bancada parlamentar na Assembleia Municipal da CDU frisa que os documentos apresentados não eram suficientes para a cidade. Para o antigo diretor do conservatório de Coimbra “havia um orçamento e não umas grandes opções para o plano”.

Apesar do chumbo na passada reunião, Pires da Rocha acredita que haverá orçamento para 2020. Porém, o deputado comunista frisou que “não morrerá ninguém” caso a câmara tenha de trabalhar no regime de duodécimos.

O Metrobus de Coimbra vai partilhar via com carros em três pontos da cidade. Uma das novidades é o estudo da Ligação complementar à alta universitária. Já a Linha do Hospital deve começar a funcionar em 2023. Para Pires da Rocha a questão da mobilidade é fundamental para as pessoas. Na opinião do deputado da CDU o tema do Metrobus ainda vai fazer correr “muita tinta”.

Tomás Cunha

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