29/11/19

Francisco Queirós: “Os SMTUC têm dado passos significativos”

O comentário à atualidade de hoje (27) contou com a presença de Francisco Queirós, vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) pelo CDU.

Os Serviços Municipalizados de Transporte Urbano de Coimbra (SMTUC) passarão a adotar em 2020 um sistema de bilhética multimodal. A medida prevê um investimento de 1,2 milhões de euros e visa integrar os diferentes transportes urbanos (rodoviário, ferroviário, aeroportuário, percursos pedestres e cicláveis) do concelho num mesmo sistema de passe único, válido tanto para transportes públicos quanto para transportes operados por privados. Francisco Queirós avalia como positiva a medida e faz considerações acerca do futuro da mobilidade urbana.

O impasse envolvendo o empreendimento Jardins do Mondego, conjunto de obras localizadas próximo ao Parque Verde de Coimbra, está prestes e ter um desfecho positivo. O projeto que encontra-se paralizado desde 2007 foi alvo da última reunião do executivo da CMC. Os vereadores decidiram por emitir um parecer favorável a conclusão da obra num prazo de três anos. Francisco Queirós relembra fatos que marcaram o impasse judicial e avalia o aspecto das obras.

A compra do Salão Brazil pelo município foi outro tema abordado na reunião do executivo da CMC, na última segunda-feira (25). A CMC garantiu seu direito de preferência de compra do imóvel – devido ao Salão Brazil localizar-se na Área de Reabilitação Urbana e em Zona Especial de Proteção do Património Mundial Classificado pela UNESCO da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia – depois da tentativa de aquisição do local por um investidor privado. O comentador à atualidade realça a importância de investimentos nas áreas da alta e da baixa para frear a especulação imobiliária, além da importância da preservação de espaços ligados à cultura.

Alvo de danos provocados pelas sequentes inundações, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha vai receber obras de recuperação do espaço. O financiamento da requalificação da área será incluído no orçamento do Programa Operacional Regional Centro 2020. A obra que custará meio milhão de euros pretende recuperar a edificação que encontra-se fragilizada desde as cheias de janeiro e fevereiro de 2016. O vereador, Francisco Queirós, considera o investimento positivo – apesar de tardio – e ainda lembra episódios de “desleixo” na área do mosteiro.

Francisco Queirós ainda teceu comentários acerca da situação dos alojamentos locais, do ensino superior e dos investimentos por parte da Direção-Geral das Artes (DGArtes). O comentário pode ser ouvido na íntegra através do link abaixo:

Tom Barth

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