14/09/19

Festival Apura regressa para apimentar a cultura Coimbrã

Com #ApuraOTeuUnderground #IIedição como ‘hashtag’ o Festival Apura junta na segunda edição mais de 68 artistas individuais e 15 projetos musicais dos quais sete são bandas. Pintura ao vivo, poesia e performance individual são algumas das especiarias do Apura.
Em lume brando vai estar já em aquecimento, ‘Warm-up’ para entendidos, a partir da próxima terça-feira, dia 17, com uma tertúlia na Real República do Bota-Abaixo, a partir das 18horas.
À meia noite do mesmo dia tem lugar, no Bigorna Bar, o cine-concerto do João Toscano e depois um DJ Set por Bernardo Matos do programa Pecado Sonoro da Rádio Universidade de Coimbra(RUC).


Na quarta-feira, dia 18, o festival continua a aprimorar no Salão Brazil, às 21h30, com Salvador D’Alice grupo que se autointitula como “os surrealistas do Funk Progressivo” e depois os Mad Mojo Groove grupo de Castelo Branco. O fundador do Festival Apura, Bernardo Rocha ilustra os dois dias.


Com o Warm-up a entrar, nos três dias, da Alta à Baixa, no sábado, dia 21 de setembro, a República dos Fantasmas acolhe um concerto intimista de Paquito Mojito, às 19horas. Segue-se na República da Praça o DJ Set de Diogo Simões&The Quiet Man.


Fixados que sejam os públicos em ponto de rebuçado, na semana seguinte, desde quinta-feira, dia 26, até sábado, dia 28, tem lugar o Festival Apura. Na segunda edição não vão faltar exposições de arte, por artistas de vários pontos do país, com poesia e tatuagens a pedido a condimentarem a festa pela primeira vez. Este ano vão existir dois palcos: um na República da Praça e outro no Salão Brazil.


Na primeira edição realizada o ano passado mais de quatro dezenas de artistas passaram pelas Repúblicas de Coimbra e pelo Jardim da Associação Académica de Coimbra. Bernardo Rocha explica que na segunda edição os condimentos do festival passam por continuar a divulgar projetos artísticos seja qual for a área.


Os “A Pupped Show Named Julio” de Mira, vencedores dos Novos Talentos da FNAC no ano passado, os WAKADELICS de Castelo Branco que trazem a Coimbra a sua vibe funky, onde pontua o baterista Ricardo Brito, que a cidade conhece dos The Parkinson, são duas das bandas. Projetos artísticos de Aveiro de Coimbra ou Cantanhede ajudam a valorizar o trabalho de artistas que “há muito queriam vir atuar” na cidade, revela o fundador.


Os Sun Mammuth de Aveiro prometem um concerto com uma pitada de space rock e stonner. Os ## (sharp sharp) nunca vieram a Coimbra e vão trazer à cidade “psicodelícia jazzística pura!”, destaca Bernardo Matos, elemento da organização.


O festival tem abertura marcada para as quatro da tarde, para que as pessoas possam ter mais liberdade de explorar as exposições de ilustração e fotografia. Os concertos começam mais tarde e findam à meia-noite com o público a ser convidado a subir até à República da Praça para apreciar um palco “mais dançável”.


Um cozinhado cultural de artistas que fazem questão em vir a Coimbra, para apimentar a cultura Coimbrã. A iniciativa faz-se com múltiplos apoios. Bernardo Rocha destaca a RUC, a União de Freguesias de Coimbra o Salão Brazil, a Rádio Baixa e o Município de Coimbra.

O programa Espelho de Narciso da RUC leva, ao Festival Apura humor quanto baste, ao vivo, que pode depois revisitar em ‘podcast’.

Na próxima semana o programa Culturama vai divulgar a entrevista de Bernardo Rocha e Bernardo Matos à RUC. O Apura está nas redes sociais Facebook e Instagram. Toda a programação pode ser consultada nesses espaços

Isabel Simões

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