31/07/19

Paulo Coelho: “Conceito do Projeto Aldeia Segura faz todo o sentido”

O comentário à atualidade noticiosa no Alvorada de sexta-feira (31) esteve a cargo de Paulo Coelho, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O dia de ontem (30) foi marcado pela cerimónia de tomada de posse de novos professores catedráticos da Universidade de Coimbra (UC). Jorge Dias, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC), Jónatas Machado e José Manuel Aroso Linhares, da Faculdade de Direito (FDUC), e Marta Teixeira Anacleto, João Gouveia Monteiro e Margarida Sobral Neto, da Faculdade de Letras da (FLUC) são os mais recentes professores catedráticos da mais antiga universidade portuguesa. Na cerimónia o Reitor da UC, Amílcar Falcão deixou a promessa de que, até 2023, a Universidade teria 50 por cento de “professores associados e catedráticos. Paulo Coelho relembrou que o número avançado por parte da Reitoria faz parte dos objetivos fixados na lei e no estatuto da carreira docente.

Fotografias de larvas de peixe, da autoria de investigadores do centro de ecologia funcional da FCUT estão em exibição no Mercado D. Pedro V até dia 30 de outubro. Trata-se de uma medida de dinamização do mercado e de acordo com a comunicação social local, os vendedores acolheram bem a exposição mas pedem mais dinâmica. Para Paulo Coelho existe pouca ligação entre os espaços da cidade. Para o professor universitário é necessário criar dinâmicas entre os vários pontos da cidade.

Um relatório preliminar pedido pela Proteção Civil ao Centro de Investigação de Incêndios Florestais concluiu que as golas antifumo distribuídas à população não se inflamam quando expostas ao fogo. Os kits e golas foram distribuídos em zonas de risco no âmbito do programa “Aldeia Segura, pessoas seguras”. Para Paulo Coelho apesar da polémica o programa faz todo o sentido. O professor da FCTUC considera que as últimas notícias mancham a ideia que a população tem relação ao programa lançado pela Proteção Civil.

A menos de duas semanas da greve dos camionistas de matérias perigosas, o ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira considera que pode ser necessário rever a Lei da Greve. Em entrevista à RTP3, o ministro recordou que a lei é dos anos 70 e reforçou a necessidade de dialógo entre as partes. Para Paulo Coelho o problema não está na lei mas sim na falta de organização. De acordo com o docente da FCTUC é necessário definir melhor as regras dos serviços mínimos.

Tomás Cunha

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