2/07/19

ACC está a criar Secção Desportiva de Boccia, a primeira de uma modalidade de desporto adaptado

Com a convicção de abrir a Associação Académica de Coimbra (AAC) ao desporto adaptado e de responder aos clamores sociais que hoje se manifetam pela igualdade de oportnidades e direitos, o presidente da Direção Geral, Daniel Azenha, anunciou que está em processo a criação de uma nova secção desportiva na Académica. A confirmarem-se as intenções, esta nova secção desportiva ligada à prática do Boccia, vai figurar no quadro das secções como a primeira dedicada a uma modalidade de desporto adaptado.

Para o presidente da DG/AAC a modalidade é mais um passo para progredir na inclusividade da casa dos estudantes. Em entrevista à Rádio Universidade de Coimbra (RUC) remeteu mais detalhes para o mês de setembro mas esclareceu que o processo está quase concluído. Os regulamentos vão ser enviados nos próximos dias para aprovação em sede de Conselho Desportivo da AAC.

A acessibilidade motora aos espaços desportivos e culturais da AAC é um assunto que vai andar par-a-par com a adequação da academia ao desporto adaptado. Daniel Azenha afirmou que no que diz respeito aos espaços existentes “muito tem de ser feito” e que este assunto faz parte dos temas que têm sido abordados nas reuniões com a UC.

A gestão dos espaços da Associação Académica de Coimbra é um assunto que ficou pendurado ainda do mandato da anterior direção geral. A direção tentou a aprovação e entrada em vigo de um regulamento sobre a utilização dos espaços do edifício sede da AAC e de outros imóveis. Daniel Azenha afirmou que esse regulamento também está “quase concretizado” e que depois só fica a faltar a sua aprovação em Assembleia Magna. Perante o estado não concluído desse processo de regulamentação, Daniel Azenha apresentou um ponto que afirma ser alvo de maior preocupação e que passa pela renovação das condições de habitabilidade da AAC.

O presidente fala das coisas visíveis como a instalação elétrica mas reforça a necessidade de atualizar no que diz respeito à acessibilidade física. Algo que, segundo Daniel Azenha, as classificações históricas não devem impedir.

Um “edifício antigo e classificado que pode não conseguir chegar a todos os estudantes” é a frase que Daniel Azenha usa para resumir a preocupação da mobilidade na AAC e acomodar o desejo de qua a casa dos estudantes cresça em breve.

André Jerónimo

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