11/06/19

José Ferreira da Silva: “A maternidade é um equipamento essencial em Coimbra”

O comentário à atualidade do Alvorada de hoje (11) esteve a cargo do advogado e ex-vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), José Ferreira da Silva.

Ontem foi o último dia da Feira Cultural de Coimbra que decorreu desde 31 de maio e tinha como objetivo atrair novos públicos. É o evento sucessor da Feira do Livro da cidade e conta com 200 expositores, dos quais cerca de 80 associados ao artesanato, mais de 50 de livrarias, alfarrabistas e editoras de livros, nove de artes plásticas, 21 de gastronomia e quatro de edições musicais. O ex-vereador demonstrou-se crítico em relação ao evento. Para José Ferreira da Silva é chocante o facto de Coimbra não ter de facto, uma feira do livro.

Há uma nova proposta para a Maternidade de Coimbra. O Governo quer que a maternidade se localize no perímetro dos Hospitais da Universidade, afirmou hoje a ministra da Saúde. A Câmara, a Assembleia Municipal e a Comunidade Intermunicipal tomaram posição a favor da localização no Hospital dos Covões e, sobre o facto, a ministra frisou que “os estudos técnicos e todas as opiniões técnicas vão num determinado sentido, que é o da maternidade ser implantada no perímetro dos Hospitais da Universidade de Coimbra”. José Ferreira da Silva afirma ser absurdo que a localização da nova maternidade se situe no perímetro do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

As obras de reparação de dois centros de saúde em Coimbra não puderam avançar por falta de interesse nos valores dos concursos por parte das empresas. O advogado considera “vergonhoso” a questão do centro de saúde da Avenida Fernão de Magalhães e afirma ainda que a Câmara tem um papel decisivo em desbloquear aquilo que está ao seu alcance para que se possa avançar com as obras de reparação.

Portalegre foi a cidade escolhida como sede das celebrações do 10 de junho. Marcelo Rebelo de Sousa escolheu João Miguel Tavares para presidir as comemorações do dia de Portugal. João Miguel Tavares retratou de forma dura Portugal. Afirmou que Portugal é um país “sem um objetivo claro” que sofre de amnésia e onde “o sonho se vai desvanecendo”. José Ferreira da Silva descreveu a personalidade do Presidente da República como sendo mais afável e a de João Miguel Tavares mais “truculenta”. Afirma ainda que a verdade está à vista e que “não vale a pena continuar a esconder o lixo debaixo do tapete”.

Inês Bernardes e Tomás Cunha

4
12
17
0
GMT
GMT
+0000
2019-06-27T12:17:40+00:00
Thu, 27 Jun 2019 12:17:40 +0000