3/06/19

QuebraJazz 2019 oferece 26 concertos à cidade

Adérito Araújo, Cláudia Vale, Manuela Fonseca, Carina Gomes, Miguel Lima, Carlos Figueiredo e Francisco Campos

A oitava edição do Festival Quebra Jazz foi apresentada esta tarde em conferência de imprensa no Bar Quebra nas Escadas do Quebra Costas. Concertos todas as sextas e sábados entre os dias 19 de junho e 31 de agosto. O evento é organizado pela Associação Cultural Quebra Costas e envolve a colaboração de várias entidades para a realização do festival com concertos de rua de entrada gratuita.

O presidente da Associação Cultural Quebra Costas, Miguel Lima, foi o primeiro dos membros da mesa a tomar a palavra e apresentou aos órgãos de informação, e demais presentes, o programa do festival. Começou por marcar as datas e destacar os momentos que a organização considerou serem as maiores referências do Quebra Jazz em 2019.

Além dos destaques a Cristina Branco e Carlos Bica, Miguel Lima referiu um momento especial para o dia 25 de julho. Este ano vai acontecer pela primeira vez um concerto fora das Escadas do Quebra Costas. Uma parceria com a Fundação Inês de Castro que organiza o Festival das Artes.

Além do presidente da Associação Cultural Quebra Costas estiveram representadas na conferência de imprensa a TARRAFO – Associação Cultural, por Adérito Araújo, a Fundação Inês de Castro por Cláudia do Vale, a Direção Regional de Cultura do Centro por Manuela Fonseca, a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) pela Vereadora da Cultura, Carina Gomes, O Turismo Centro Portugal por Carlos Figueiredo e a União de Freguesias de Coimbra (UFC) pelo presidente Francisco Campos.

Sobre a parceria que vai juntar o Quebra Jazz ao Festival das Artes, a representante da Fundação Inês de Castro, Cláudia do Vale, considerou que é “fundamental as pessoas que fazem coisas em Coimbra juntarem-se”. A proposta partiu de um convite do Festival das Artes.

O presidente da Associação Cultural Quebra Costas, falou ainda da importância dos apoios das associações e entidades públicas naquilo que considerou ser uma oferta à cidade de Coimbra. A falta de investimento na cultura por parte do setor empresarial também fez parte do discurso de Miguel Lima.

Exemplos dos apoios de entidades públicas não faltaram e um deles vem da União de Freguesias de Coimbra que vai oferecer um novo sistema de som para a amplificação do festival, revelou Francisco Campos.

A vereadora da Cultura da CMC, Carina Gomes, explicou que a CMC não apoia o festival desde o início mas tem-no feito desde os últimos anos e na próxima reunião de Câmara leva o apoio deste ano à aprovação do executivo.

O apoio previsto para ser aprovado na próxima reunião do executivo é, para Carina Gomes, muito importante para apoiar um evento que acontece no centro da cidade nesta altura do ano. A vereadora afirmou que o Quebra Jazz está “no coração da cidade” e no “coração das pessoas”.

Pelo QuebraJazz passaram ao longo das sete anteriores edições alguns dos mais consagrados nomes do jazz português. Entre outros, Mário Laginha, Maria João, Jeffery Davis, Salvador Sobral, Carlos Azevedo, Bernardo Moreira e Marta Hugon.

André Jerónimo

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