28/05/19

8ª Mostra de Teatro Universitário busca aumentar visibilidade dos grupos de Coimbra

Fotografia: TAGV/Cláudia Morais

De 30 de maio a 11 de junho, os grupos académicos de teatro de Coimbra apresentam as suas criações na Mostra de Teatro Universitário de 2019. A oitava edição do evento conta também com a presença do Teatro Universitário do Porto e com uma oficina do brasileiro Júnior Lima. São todos co-produtores da Mostra, junto do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV). O diretor do TAGV, Fernando Oliveira, explica que este é um momento de dar visibilidade aos grupos de estudantes.

Além disso, o evento pretende relacionar os projetos de formação com o ensino artístico da Universidade de Coimbra. Segundo o diretor do TAGV, o teatro universitário pode experimentar com as mudanças na linguagem deste tipo de arte.

A Mostra de Teatro Universitário foi criada em 2012, e chega à sua oitava edição. As apresentações este ano começam com o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC), com a peça ‘’ALBA – E nela é que espelhou o céu’’, no dia 30 de maio. Danielle Baracho destaca que este é um teatro difícil de explicar, porque deve ser sentido.

Já o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra (GEFAC) traz, no dia 5 de junho, a montagem ‘’De lá para cá: cantando e andando’’. Essa peça faz parte de um projeto do GEFAC de, a cada dois anos, tratar da cultura popular. O foco, neste ano, fica na polifonia feminina, ou seja, a transmissão da cultura pelas mulheres, de forma oral. O grupo traz também, no dia 11 de junho, o projeto Criações. Trata-se de Leituras Encenadas de Teatro Popular Mirandês, seguido de debate.

Em 7 de junho, a apresentação da Mostra fica a cargo do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), com a montagem ‘’Stabat Mater’’. Rafael Santos explica o conceito da peça, que busca resgatar o foco em textos do grupo.

Neste ano, a Mostra recebe ainda a apresentação da oficina ‘’Estado de Presença’’, de Júnior Lima, em co-direção com Julia Anastácia, ambos brasileiros. O diretor explica a abordagem da atividade, que considera inter ou indisciplinar.

As apresentações têm, em sua maioria, entrada livre, e ocorrem no TAGV, na Casa das Caldeiras, no Colégio das Artes, no GEFAC e no Café TAGV. A programação completa das apresentações pode ser consultada no sítio www.tagv.pt.

Bibiana Garcez

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