12/04/19

De abril a outubro a cidade de Coimbra celebra os 50 anos da Crise Académica

Da esquerda para a direita: presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado; presidente da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra, Daniel Azenha; e reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão.

Já se conhece a programação que celebra os 50 anos da Crise Académica, que começa em abril e termina em outubro. A organização das festividades cabe à Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) com a parceria da Universidade de Coimbra (UC), da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), da Fundação Inatel e do Turismo do Centro.

Hoje (12), pelas 15 horas, começava a apresentação da programação no café-teatro do Convento São Francisco. O presidente da DG/AAC, Daniel Azenha, foi o primeiro a discursar. E revelou a data que inicia a programação, dia 16 de abril, com o concerto da banda UHF em tributo a José Afonso, no Convento São Francisco. As celebrações terminam a 6 de Outubro com o Cortejo da Festa das latas e Imposição de Insígnias. Um dos eventos mais solenes do programa acontece no dia 17 de Abril.

O reitor da Universidade de Coimbra, Amilcar Falcão, explicou a importância que este acontecimento tem para a instituição e para a cidade dos estudantes, realçando que a comemoração da data constitui uma prioridade para a academia. Segundo Almicar Falcão, é graças à geração de 1969 que hoje os estudantes têm acesso a um conhecimento ilimitado e desprovido de censura.

O terceiro a discursar foi o presidente da Camâra Municipal de Coimbra, Manuel Machado, que exaltou a força da expressão proferida por Alberto Martins (“Peço a palavra!”) que reconhece ter sido um discurso eficaz de intervenção política.

O dia 17 de Abril de 1969 foi célebre não só pelo seu impacto académico, mas também pelo seu impacto social, em particular, na cidade de Coimbra.

Catarina Simões

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