13/03/19

As opiniões sobre o funcionamento da Cantina Amarela

Em entrevista à RUC, o antigo Reitor da Universidade de Coimbra (UC), João Gabriel Silva, prometeu a reabertura das Cantinas Amarelas, encerradas para obras desde 2015, para o final do mandato que dirigiu. Depois de vários atrasos provocados por problemas relativos ao empreiteiro, as Cantinas Amarelas reabriram a 28 de fevereiro, último dia de mandato de João Gabriel Silva.

A reabertura da Cantina Amarela, segundo a administradora dos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC), Conceição Marques, propõe oferecer aos estudantes um espaço inovador e multifuncional, no sentido em que se assume como uma cantina que permite aos estudantes não só usufruir de um novo espaço de refeições, mas também de uma sala de estudo. Os SASUC não prestaram declarações à RUC, motivo pelo qual os sons a seguir emitidos são retirados de declarações presentes na página de notícias da UC.

Duas semanas depois da reabertura da Cantina Amarela, saímos à rua para conhecer a opinião dos estudantes sobre as novas cantinas.

As opiniões dividem-se, não só entre os estudantes, mas também no seio da Direção-Geral (DG). O presidente da DG, Daniel Azenha, confessou à RUC que há satisfação na abertura de um novo espaço destinado à alimentação dos estudantes, ainda que não se considere que o molde da nova cantina seja o mais adequado às necessidades alimentares dos estudantes.

A necessidade de inserir a refeição social na Cantina Amarela parece ser um ponto comum em várias declarações. Daniel Azenha considera que é fundamental que a Reitoria e os SASUC percebam a necessidade de inserir mais oferta alimentar na nova cantina, uma vez que só assim pode corresponder às expectativas dos estudantes.

As cantinas amarelas da Universidade de Coimbra (UC) foram encerradas em 2013 devido à falta de condições de higiene e qualidade. O edifício que datava do início dos anos 80, manteve-se em funcionamento até 2013. Foi pelo uso intenso da cantina e a dificuldade na realização de obras de manutenção que as Amarelas tiveram que encerrar. As obras com início em 2016 tiveram um custo de 1.3 milhões de euros.

Ana Rita Coelho, Catarina Félix, Joana Trindade, Tomás Cunha e Rita Ferreira

1
20
29
0
GMT
GMT
+0000
2019-03-18T20:29:35+00:00
Mon, 18 Mar 2019 20:29:35 +0000