11/02/19

Daniel Azenha: “O reitor da UC deve ser uma pessoa próxima e de fácil acesso”

Alvorada de hoje (11) teve como comentador o presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Daniel Azenha.

O Conselho Geral da Universidade de Coimbra (CG/UC) elege hoje, numa reunião plenária marcada para as 14h30, o novo reitor. Este é um ato eleitoral em que participam os 35 membros da CG, num processo em que quatro candidatos lutam pelo cargo: Amílcar Falcão, Duília de Mello, Ernesto Costa e José Pedro Paiva.

O presidente da DG/AAC considera que o novo reitor deve ser uma pessoa próxima dos estudantes. Apesar de Daniel Azenha não expressar preferência por nenhum dos candidatos, adianta que reuniu com os três candidatos portugueses e lhes apresentou um caderno reivindicativo.

Na passada segunda-feira, realizou-se a primeira Assembleia Magna da AAC de 2019, a primeira do mandato de Daniel Azenha. Na reunião, não foi possível aprovar o orçamento nem o plano de atividades da AAC para 2019,
pois os respetivos documentos não foram disponibilizados com 48 horas de antecedência.

O dirigente da AAC comentou os desafios que a academia vai enfrentar em 2019 e destaca a necessidade de incentivar mais estudantes a fazer parte das secções culturais e desportivas da AAC.

Foi aprovado, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que cria o Estatuto do Estudante Atleta do Ensino Superior. O documento possibilita que este tipo de estudantes tenham direito a relevação de faltas, a alteração de datas de avaliações, a prioridade na escolha de horários e a possibilidade de requerer a realização de exames em época especial.

Na elaboração do Estatuto Estudante Atleta, foram ouvidos o Instituto Português do Desporto e da Juventude, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e o Conselho de Reitores das Universidades Portugueses.

O presidente da DG/AAC felicita a aprovação do decreto-lei, que vai possibilitar a mais estudantes conciliar a vida académica com o desporto.

Está aberto o concurso para as obras do Sistema de Mobilidade do Mondego, despesa contabilizada no valor de 85 milhões de euros. Findos os concursos, espera-se que a obra decorra durante 2020 e que o sistema possa começar a ser operado em 2021. A segunda fase do projeto, que corresponde às obras urbanas, pode vir a estar concluída em 2022.

O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, em declarações à agência Lusa, considera que este sistema é melhor para a cidade do que a linha ferroviária e destacou que esta solução permitirá servir melhor as populações, é mais eficiente e tem em conta a descarbonização.

Daniel Azenha comentou esta notícia enquanto estudante de Geografia da Faculdade de Letras da UC. Para o dirigente da AAC, o Metrobus vai melhorar as condições de vida dos conimbricenses, mas também dos estudantes.

O comentário pode ser ouvido na íntegra:

Carolina Cardoso

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