28/12/18

Solar Residência dos Estudantes Açoreanos apela à Câmara de Coimbra que obras sejam executadas

Fotografia: do facebook da SoREA

As condições de habitabilidade do Solar Residência dos Estudantes Açoreanos (SoREA) foram agravadas pelas mazelas deixadas pela tempestade Leslie. Segundo um dos elementos da casa de estudantes Diogo Asenjo, problemas existem desde 2013, ano em que se verificaram problemas de esgotos. Com a tempestade Leslie  agravaram-se as infiltrações e fungos que levaram a que em alguns quartos não se possa dormir.

Um relatório da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) incitou a senhoria à realização de obras e deu-lhe um prazo para a realização. Face ao atraso verificado, um grupo de moradores deslocou-se aos serviços camarários para saber da situação do processo. Foi-lhes informado que a pedido do advogado, representante da senhoria, o mesmo fora suspenso.

Diogo Asenjo disse à RUC temer que face às condições da casa seja muito difícil conseguir mais repúblicos. Só com a realização das obras vai ser possível conseguir mais habitantes para ajudarem ao pagamento da renda de 824 Euros e outras despesas como água e luz. Diogo Asenjo contou à RUC as dificuldades da SoREA.

No Solar Residência dos Estudantes Açoreanos habitam neste momento sete pessoas. A renda paga passou de 80 euros para 824, face à nova lei. O SoREA nasceu em 1962 na Rua Trindade Coelho passou para a Rua António Vasconcelos em 1966. Apesar de ter visto aprovado o reconhecimento como entidade de interesse histórico, na reunião do executivo de 10 de dezembro, o SoREA está em sérias dificuldades depois da passagem da tempestade Leslie.

Isabel Simões

7
17
04
0
GMT
GMT
+0000
2019-01-20T17:04:16+00:00
Sun, 20 Jan 2019 17:04:16 +0000