19/10/18

Ana Maria Ramalheira: “Professores universitários estão altamente prejudicados”

Na véspera do fim de semana, o Alvorada contou com o comentário da atualidade por parte da professora da Universidade de Aveiro e membro da Associação de Defesa e Apoio à Vida (ADAV), Ana Maria Ramalheira.

A partir de 2019, o Orçamento de Estado prevê a redução do valor máximo das propinas de 1068 para 856 euros. Pela primeira vez em 15 anos as propinas vão baixar graças à medida que representa um corte de 20% no seu valor. Ao ser posta em prática, a medida vai implicar uma redução de 40 a 50 milhões de euros nas receitas do conjunto das instituições do ensino superior.

A professora Ana Maria Ramalheira concorda que a redução das propinas é justificada, no entanto espera que o consequente corte nas receitas não afete os programas de ação social das universidades.

 

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A Federação Nacional dos Professores (FenProf) entregou esta quinta-feira no parlamento uma petição com 4.275 assinaturas que pede o fim da discriminação dos professores do ensino superior no descongelamento das carreiras. “O que nós pretendemos é que, sem pôr em causa o que está no estatuto [da carreira docente universitária], não possa haver discriminação”, disse o secretário-geral da FeNProf, Mário Nogueira aos jornalistas, depois de a delegação da FeNProf ter entregado a petição à vice-presidente da Assembleia da República Teresa Caeiro.

Na análise da Ana Maria Ramalheira, se a descriminação continuar, os professores universitários ficam “altamente prejudicados”.

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A partir de Outubro de 2019, o novo regime de flexibilização da idade de acesso à pensão previsto por uma proposta de lei do Orçamento de Estado (OE) para 2019 implica uma alteração nas regras de acesso à reforma, com a obrigação do cumprimento de critério mais restritivo do que atual.

Ana Maria Ramalheira considera que o novo regime não faz justiça a muitos segmentos da população trabalhadora.

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O site da Presidência da República publicou ontem uma nota sobre a exoneração do General Frederico José Rovisco Duarte das funções de Chefe do Estado-Maior do Exercito (CEME). De acordo com a carta dirigida ao Chefe de Estado por parte de Rovisco Duarte, o militar tinha apresentado a sua resignação por motivos pessoais. A demissão realizou-se na sequência da proposta do Governo e apenas um dia depois de o novo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, ter tomado posse.

Ana Maria Ramalheira salienta que falta muito por saber no que toca ao escândalo do roubo de Tancos em que “a realidade ultrapassa a ficção”.

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No decorrer desta edição do Alvorada, houve ainda tempo para os comentários os estragos causados pela tempestade Leslie e sobre o tiroteio num politécnico na Crimeia (Rússia).

O programa pode ser ouvido na íntegra aqui.

Ian Ezerin e Tomás Cunha

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