11/11/17

“Curar e Reparar” – Anozero volta para se afirmar como ligação de Coimbra ao Mundo

A segunda edição do Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra inaugurou hoje. A Sala da Cidade encheu com público interessado. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, recebeu artistas convidados, individualidades locais e regionais e o secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado. O autarca reafirmou a intenção de candidatar a cidade a Capital Europeia da Cultura em 2027.

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Fundado em 1958, o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) nasceu no seio da Associação Académica de Coimbra, à revelia da estética vigente na Universidade de Coimbra, lembrou o reitor da UC. Universidade e CAPC estão com a Câmara Municipal na organização desde a primeira edição em 2015. Este ano o Turismo Centro de Portugal juntou-se à festa da Arte Contemporânea da cidade. O tempo deixou-nos “esta bienal que nos desafia”, afirmou João Gabriel Silva.

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Como disse o arquiteto, Pedro Cabrita Reis, na primeira edição, “nada está garantido”, mas “730 dias depois”  Anozero regressou  como forma de “pensar a cidade, no seu património”, lê-se no catálogo. O presidente do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Carlos Antunes explicou como a Bienal incita a cidade a questionar-se sobre a sua própria identidade.

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Curar e Reparar” é o lema da bienal Anozero de 2017. A curadoria pertence a Delfim Sardo e a Luiza Teixeira de Freitas. São 35 os artistas que expõem em locais como o Mosteiro de Santa-Clara-a Nova, Museu da Ciência, CAPC Sede e Sereia. Um percurso livre de terça a domingo das 10 até às 18 horas.

A Anozero de 2017 integra-se no projeto regional Lugares Património Mundial do Centro que vai ser apresentado no início da próxima semana. Cidades como Batalha, Tomar e Alcobaça juntam-se a Coimbra para partilharem iniciativas que valorizem monumentos classificados como Património Mundial. O projeto tem o apoio financeiro de Fundos Europeus através do Programa Operacional da Região Centro 2020.

Isabel Simões

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