15/01/18

Académica empata ao cair do pano perante a melhor assistência da Ledman LigaPro

Na manhã chuvosa do passado sábado(13) o Estádio Cidade de Coimbra registou o recorde de assistência da Ledman LigaPro, com 6.009 espetadores a acompanhar o duelo entre o Organismo Autónomo de Futebol da Associação Académica de Coimbra (AAC/OAF) e o Académico de Viseu, dois emblemas que saíram para a primeira jornada da segunda volta do campeonato em igualdade pontual, no topo dos lugares de promoção.

O primeiro lance de perigo pertenceu a Chiquinho, ao corresponder a um cruzamento de Nélson Pedroso, que saiu ao lado da baliza do Académico. Aos 13 minutos, perda de bola na zona central por parte da Académica, lançamento em direção à área com o central Tiago Duque a falhar o alívio. O esférico ficou ao dispor do georgiano Avto, que o fez sobrevoar o guardião da Briosa. Aproveitamento da falha defensiva, com classe, a resultar no primeiro golo do jogo.

A Académica tinha mais bola mas foram os visitantes que criaram maior perigo na primeira parte. Mais um erro defensivo, um passe mal direcionado de Mike Moura, deu uma oportunidade a Rui Miguel que o próprio Mike limpou perto da linha de golo.

Já na segunda parte, N’Sor isolou-se e foi a mancha de Ricardo Ribeiro ao atacante a evitar maiores males. O Académico teve os lances de maior perigo e via a Briosa sentir dificuldades em penetrar na solidez defensiva dos viseenses, apesar da maior posse de bola.

No último minuto do tempo regulamentar, cruzamento de Luisinho pela esquerda, Djoussé amortece para Marinho fuzilar a baliza de Peçanha. O homem dos golos decisivos a dar o ar da sua graça e a ditar um resultado que, apesar de manter a igualdade entre os dois clubes, prejudica a Académica em caso de igualdade pontual, face à derrota na ronda inaugural em Viseu, por 2-1.

Na conferência de imprensa do final da partida, o treinador da AAC/OAF, Ricardo Soares constatou que a equipa não esteve esclarecida nos momentos ofensivos e que o golo dos visitantes criou instabilidade na equipa.

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Ricardo Soares explicou as mudanças táticas na segunda parte e assumiu o risco máximo para inverter a desvantagem. Para o treinador da Académica, os adeptos foram os protagonistas e louvou o ambiente do estádio, numa manhã que marcou a melhor assistência até ao momento em todo o campeonato.

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Ao responder a uma questão acerca das constantes mudanças nos titulares, Ricardo Soares comentou que as adaptações são feitas consoante a disponibilidade do plantel, face às lesões, e das características de cada jogador em função do adversário.

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A AAC/OAF está em igualdade pontual com Académico de Viseu e Leixões com 34 pontos, a seis do líder, o FC Porto B, que não entra nas contas da subida.

No próximo jogo, a AAC/OAF visita o Estádio 1º de Maio, reduto do Sp. Braga B, no domingo, pelas 15h00. O jogo vai contar com a transmissão na Rádio Universidade de Coimbra.

Bernardo Baptista

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