16/07/12

Estudo revela alterações em paisagens ibéricas devido à imigração

Os imigrantes do centro e norte da Europa são fulcrais no desenvolvimento das regiões fronteiriças de Portugal e Espanha, nomeadamente do Alto Alentejo e Badajoz, onde muitas áreas estariam despovoadas se não fosse a imigração. Esta é uma das conclusões do estudo apresentado hoje, 16, sobre fluxos migratórios.

Fátima Velez de Castro, investigadora do Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) e responsável pelo estudo, explica que a paisagem humana tem sido alterada, como consequência da imigração. A investigadora reconheceu dois principais contingentes – um deles fixa-se na Península Ibérica para procurar trabalho.

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O segundo contingente enquadra-se noutra faixa etária e imigra com uma motivação distinta, segundo Fátima Velez de Castro.

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As regiões fronteiriças de Portugal e Espanha têm também atraído jovens que procuram novas formas de negócio, como refere a investigadora.

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Fátima Velez de Castro sublinha o papel dos vários grupos de imigrantes que se fixam nos concelhos do Alto Alentejo e na zona de Badajoz no estímulo da economia regional.

Carolina Silva

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