26/07/11
Metro Mondego fora do QREN
A reorganização dos fundos Europeus foi enviada para a Comissão Europeia por Pedro Passos Coelho há quase duas semanas e o Metro Mondego não faz parte dos planos. Assim sendo, e a confirmar-se a obra ferroviária não deve ser financiada pela União Europeia.
Ontem Álvaro Maia Seco alertou a Camara Municipal para o facto de o Metro Mondego não estrar nos planos de financiamento europeu. O antigo Presidente do conselho de administração da metro mondego falou à RUC e mostra-se desconfiado com a desculpa dada pelo governo para a ausência da obra nos planos europeus.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Álvaro Maia Seco afirma que as obras publicas só podem avançar com a ajuda europeia. O também vereador da Câmara Municipal diz que em tempos de crise o estado português não tem dinheiro para pagar uma obra da dimensão do Metro Mondego.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
O vereador da Câmara de Coimbra explica porque não quer que a alternativa ao metro mondego seja o regresso ao comboio.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Álvaro Maia Seco conclui ainda que o governo anterior se portou mal com a questão do metro e afirma que paga para ver o que vai acontecer daqui para a frente. O vereador da Câmara Municipal alerta ainda para as declarações de Pedro Passos Coelho na campanha para as legislativas. O primeiro ministro garantiu que o novo governo ia arranjar uma solução para a obra de Coimbra.
O presidente da Câmara Municipal de Coimbra também reagiu. João Paulo Barbosa de Melo anunciou que se vai encontrar brevemente com o ministro das obras publicas para resolver o problema e saber as intenções do executivo de Passos Coelho.
Diogo Pereira


